O melhor Brasil de há muito

1974. Titulares, dois então pontas direitas, Valdomiro e Jairzinho. E dois falsos pontas esquerdas Paulo César Caju e Dirceu; 1978. Edinho titular da lateral esquerda; 1986. Elzo, Alemão, Sócrates e Júnior, no meio de campo. Zico, pós-cirurgiado, no banco. Entressafras. Momentos raros. Escassez de craques. 2022. Pro Qatar, a velha e conhecida “boa” dor de cabeça para o treinador. Antony, Raphinha, Rodrygo, Vini Jr, Pedro, Coutinho. Faz tempo que o Brasil não chega com tantos craques para um Mundial. Neymar protagonista, sim, mas não com tantos candidatos ao Oscar de coadjuvante. A melhor dupla de zaga do mundo. Três dos melhores goleiros. O melhor volante. Chegamos, chegando, ao Qatar. Não apenas jogaremos. Estrelaremos a Copa. Serão quatro decisões. Poderemos perder, pois serão quatro JOGOS. E jogos são risco, são, como o nome diz, jogos. Um ganha, outro perde. Mas, apesar da França vir forte, e da tradição de Alemanha e Argentina, só perderemos esta Copa pra nós mesmos.

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Léo Medradohttps://leomedrado.com.br
Leo Medrado é um pernambucano que começou no Rádio Em 1987. Iniciou na Rádio Jornal, depois Rádio Globo, Clube, Olinda, Transamérica e CBN. Trabalhou também nas Rádios de Petrolina (Grande Rio e Emissora Rural). Transmitiu jogos pro Brasil inteiro na Rádio Nacional (Brasília, Manaus e Rio de Janeiro), emissora mais potente do país com 600Khz. Iniciou em Televisão na TV Jornal em 1998, de onde saiu para apresentar na Globo o programa dominical Lance Final. Instituiu o Projeto Tá na Rede, inicialmente na TV Tribuna e depois na Nova Nordeste. Narrou futebol no Sportv e no Première. Apresentou o Bola da Vez Nordeste na ESPN. Escreveu para a Revista Torcida e para a Folha PE. HÁ oito anos é Coordenador de Esportes e apresentador/comentarista na Rádio CBN. Voltou à ESPN agora como comentarista...
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